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Nobreak em casa: quando o investimento se paga

Uma queda de energia de três segundos custa três minutos de transmissão: é o tempo de modem e roteador reiniciarem, negociarem a conexão e o streaming se recompor. Em regiões onde a rede elétrica oscila nos horários de pico, isso acontece justamente quando todo mundo está assistindo.

Um nobreak doméstico básico resolve o problema de forma desproporcional ao preço: modem e roteador juntos consomem tão pouco que até os modelos de entrada os seguram por dezenas de minutos — mais que suficiente para atravessar quedas curtas sem derrubar a conexão.

A conta muda quando se quer segurar também a TV: aí a potência necessária sobe rápido, e o investimento só se justifica onde as quedas são frequentes e longas. Para a maioria das casas, proteger apenas o "coração" da rede é o ponto ótimo.

Vale observar dois detalhes na escolha: a quantidade de tomadas no padrão certo e o tempo de transferência — nobreaks lentos demais deixam o roteador reiniciar mesmo assim. Modelos interativos de marcas estabelecidas resolvem os dois pontos.

Instalado o equipamento, o teste é simples: desligue o disjuntor por dez segundos em um horário tranquilo e confira se a transmissão segue de pé. Se seguiu, o dia de jogo está protegido.